A IA mudou o jogo: 4 funções que precisam evoluir agora, antes que seja tarde
Além de automatizar tarefas, os algoritmos tornam obsoletas antigas formas de trabalhar, exigindo novas habilidades do profissional.
Customer Success, vendas, liderança e marketing já não são mais os mesmos. Com a inteligência artificial assumindo a execução, o diferencial humano migra para estratégia, empatia e senso crítico. Para o RH, isso significa uma missão urgente: preparar talentos para funções que já mudaram – mesmo que os cargos ainda tenham o mesmo nome. A seguir, Marcelo Gonçalves, especialista em práticas e implementação de IA e professor na DomEduc, aponta os principais pilares nesta transformação. “Eles exigem que os profissionais desbloqueiem habilidades com IA para não ficarem ultrapassados”, acredita.
Liderança e RH: Segundo o especialista, como o Recursos Humanos não perde mais tempo com triagem manual, a grande competência agora é a curadoria ética. “Quem lidera precisa garantir que a IA não está criando vieses e, principalmente, focar na experiência do colaborador”, diz. “É usar a tecnologia para ter mais tempo para as pessoas”.
Customer Success: Para ele, o CS “tradicional” acabou. “Com a IA fazendo a análise preditiva de churn (rotatividade de clientes), o novo profissional precisa ser um estrategista de negócios. A habilidade agora é interpretar o que os dados dizem e ter aquela sensibilidade humana para salvar uma conta no ‘olho no olho’, algo que nenhum bot faz”.
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Criação e Marketing: Escrever texto, de acordo com Marcelo, qualquer pessoa faz com um prompt. “O ‘pulo do gato’ agora é a edição estratégica“. Nesse caso, o profissional precisa saber guiar a IA para manter a essência da marca. “Isso garante que o conteúdo tenha alma e não pareça algo saído de uma linha de montagem”.
Vendas e Pré-Vendas: O professor afirma que, hoje, prospecção é volume puro via IA, tornando o storytelling e a conexão real práticas que diferenciam o vendedor. “A nova habilidade é saber usar o lead qualificado pela máquina para construir uma solução personalizada que resolva a dor do cliente, e não apenas empurrar produto”.







