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Os funcionários da U&M pegam carona na expansão da China

A participação nos lucros e resultados inclui 100% do pessoal quando as metas anuais são alcançadas

Por Luiz De França Atualizado em 5 dez 2020, 20h48 - Publicado em 27 mar 2013, 18h07

Matias Barbosa (MG) – As demandas internas e externas puxadas principalmente pela China fizeram a indústria da mineração responder por 20% das exportações brasileiras em 2010.

Entre 2001 e 2011, o valor da produção mineral brasileira cresceu 550%, saindo de 7,7 bilhões de dólares para 50 bilhões de dólares em 2010, quando 175.000 pessoas trabalhavam diretamente na mineração e outros 2,2 milhões na indústria de transformação mineral — o equivalente a 8% dos empregos do setor produtivo daquele ano, de acordo com o Plano Nacional de Mineração 2030.

É dentro desse mercado, com uma cadeia de quase 200 empresas, que a U&M está inserida. É prestadora de serviços para as mineradoras na implantação e na expansão de minas, barragens de rejeito e em operações de minas a céu aberto, e atua na construção pesada — em participações de obras de infraestrutura, rodoviárias, aero­por­tuá­rias e ferroviárias.

Seus 1.577 funcionários contam com participação nos lucros e resultados que abrange 100% do pessoal quando as metas anuais são alcançadas. Todos passam uma vez por ano por uma avaliação individual de capacitação, pela qual o empregado pode definir um plano de carreira dentro da U&M, ou o líder pode recomendá-lo para assumir uma nova função.

Isso vale também para os gerentes em relação a seus diretores. As vagas em aberto são divulgadas internamente por e-mail para que os interessados possam se candidatar ou indicar algum conhecido. Por meio do plano de cargos, salários e carreira estão definidos os critérios e as responsabilidades para a aprovação de progressão e promoção.

Como a U&M tem a política de trabalhar com mão de obra local nas regiões mais afastadas dos centros urbanos, mantém programas de alfabetização para os empregados em suas operações, às vezes em parcerias com os próprios clientes. Além disso, a companhia oferece subsídios de 50% do valor de cursos de graduação, especialização, MBA e idiomas. No ano passado, foram investidos 565.000 reais em educação. 

PONTO(S) POSITIVO(S) PONTO(S) A MELHORAR
Existe uma política de expatriação de seis meses a um ano para os interessados em trabalhar na unidade da Zâmbia, no continente africano. Oferecer um plano de previdência privada que atinja todos os funcionários, assim como definir melhor os critérios e formalizar a política de sucessão.
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