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Benefícios corporativos: saúde mental é prioridade para 88% das empresas

Atentas ao bem-estar, 59% das instituições oferecem terapia aos colaboradores, revela pesquisa. E 1 em cada 5 organizações sente necessidade de revisar pacotes.

Por Gabriela Teixeira
10 fev 2026, 18h00 •
Seis ícones distintos representando benefícios corporativos.
 (Montagem sobre reprodução / Freepik/VOCÊ RH)
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  • O que o futuro reserva para os benefícios corporativos? E como as organizações estão olhando para as transformações nesse mercado? Para responder a essas perguntas, a Onhappy, empresa de benefícios de viagens a lazer da travel tech Onfly, ouviu mais de 700 profissionais de RH para produzir a primeira edição da Pesquisa Nacional sobre Benefícios Corporativos.

    Segundo Gian Farinelli, CEO da Onhappy, o salário fixo, antes moeda de troca padrão, já não é mais suficiente para garantir lealdade e produtividade dos colaboradores. “Hoje, os trabalhadores olham com mais atenção para outros tipos de benefício, como saúde e bem-estar”, afirma. E é justamente a saúde mental que aparece como prioridade nº 1 dos próximos anos para 88% dos entrevistados.

    Mais atentas ao bem-estar e à educação, 59% das instituições têm incluído academia e terapia em seus pacotes, enquanto 52% oferecem cursos e bolsas. Nota-se ainda uma ascensão das categorias folgas (39%), auxílios (21%) e viagens (12%). Ainda assim, os benefícios tradicionais seguem dominantes: 88% das organizações fornecem vale transporte, alimentação e refeição e 83% planos de saúde e/ou odontológico. E cerca de um terço das companhias estendem essas ofertas às famílias dos colaboradores.

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    Lazer entra na agenda

    Como dito acima, atualmente apenas 12% das empresas investem em viagens a lazer como benefício. Contudo, esse número pode aumentar em breve: para 42% dos profissionais de RH, essa iniciativa também está entre as prioridades estratégicas para 2026. “Esse resultado reforça a consolidação da experiência como ativo de valor no ambiente corporativo, em que descanso, lazer e tempo de qualidade passam a ser entendidos como motores de engajamento, bem-estar e produtividade sustentável”, analisa o CEO. 

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    Equilíbrio delicado

    Ainda de acordo com a pesquisa, conciliar custo e alcance é um dos principais desafios na gestão de benefícios corporativos. Ainda que 48,7% dos profissionais indiquem que suas empresas oferecem auxílios sem custo ou com baixa coparticipação, 22,4% das instituições enfrentam dificuldades para sustentar benefícios mais amplos.

    Além disso, 1 em cada 5 organizações sente necessidade de revisar seus atuais pacotes e 4 em cada 10 dizem não estar totalmente preparadas para suprir as expectativas de seus funcionários em relação a esses auxílios. Nesse cenário, “o RH precisa fazer escolhas cada vez mais assertivas, buscando soluções que gerem alto valor percebido pelo colaborador sem comprometer a sustentabilidade do negócio”, conclui Gian.

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