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Dá para deixar as avaliações de desempenho mais dinâmicas?

No novo modelo de análise de performance da Votorantim Cimentos, os feedbacks constantes têm um papel fundamental

Por Diego Braga Norte Atualizado em 17 dez 2020, 20h47 - Publicado em 18 dez 2020, 08h05

Esta reportagem faz parte da edição 71 (dezembro/janeiro) de VOCÊ RH

“Somos uma empresa pesada, com muitos engenheiros, e adoramos uma planilha.” É assim que Stéphanie Anton, gerente de treinamento e desenvolvimento, define a Votorantim Cimentos, uma companhia com quase 30 anos e 12.000 funcionários no mundo (7.000 deles no Brasil). Por isso, não era de se estranhar que o modelo de avaliação de desempenho usado na companhia fosse o nine-box, uma ferramenta desenvolvida pela McKinsey na década de 1970 para a empresa General Electric e que é, na essência, uma tabela.

Só que esse método não estava mais fazendo sentido para a companhia, que passa por uma transformação tanto na diversificação dos negócios quanto nas necessidades dos empregados. A percepção geral era que a avaliação nine-box, com suas cerca de 40 perguntas objetivas de múltipla escolha, obrigava a empresa a colocar os profissionais dentro de “caixinhas estáticas”, como diz Stéphanie, o que impossibilitava uma análise holística dos funcionários. Por isso era preciso mudar e criar um processo de avaliação de performance global, que serviria de base para todas as unidades da empresa.

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