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Economia circular nas empresas: como reduzir custos, liberar espaço e reforçar práticas ESG?

O RH tem papel central nesse processo, que integra sustentabilidade, organização e gestão de pessoas – e impacta diretamente a operação e os colaboradores.

Por Thiago da Mata, CEO da Kwara
31 jan 2026, 18h00 •
Uma mão segurando uma lâmpada que carrega em seu interior uma pequena planta. A sombra do objeto é visível na parede, de cor verde.
 (Freepik/Reprodução)
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  • A economia circular é um tema que ganha cada vez mais força nas empresas por propor o uso mais inteligente dos recursos, priorizando o reaproveitamento, a extensão da vida útil dos bens e a redução de resíduos.

    O assunto, que antes ficava restrito às áreas técnicas, passou a envolver também o RH, já que muitos dos equipamentos, móveis e materiais utilizados no dia a dia circulam pelos espaços sob sua gestão. Mudanças de escritório, reorganização de equipes e atualizações de equipamentos fazem com que diversos itens saiam de uso, mesmo estando em bom estado, e se acumulem com rapidez quando não há um destino definido para eles.

    Sem um processo que registre, avalie e organize esse fluxo, esses bens acabam ocupando áreas de estoque, dificultam o uso do espaço e podem gerar despesas contínuas de guarda e manutenção. Além do custo financeiro, o acúmulo prolongado aumenta o risco de deterioração e de desperdício de recursos que poderiam ser reaproveitados internamente ou encaminhados para outras finalidades.

    O papel do RH na gestão dos ativos

    A adoção de princípios de economia circular ajuda a organizar esse ciclo: identificar o que pode ser reutilizado internamente, mapear itens com vida útil remanescente e encaminhar materiais que não cabem mais no dia a dia da empresa para processos estruturados de destinação, reuso ou venda. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 85% das indústrias brasileiras já adotam práticas de economia circular, impulsionando modelos que prolongam a vida útil de produtos e reduzem desperdícios.

    O monitoramento contínuo evita compras duplicadas, reduz acúmulo silencioso e contribui para ambientes mais funcionais. Além disso, práticas circulares – como a venda de bens e ativos em boas condições, em plataformas especializadas na destinação destes itens – se conectam a políticas ESG e de compliance, já que permitem acompanhar o percurso de cada objeto de forma documentada e transparente.

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    Segundo a consultoria norte-americana Technavio Research, o mercado de leilões digitais deve ultrapassar US$ 2,5 bilhões até 2027, impulsionado pelo avanço das plataformas online, da conectividade e de um novo perfil de compradores, que se interessam por itens de segunda mão em bom estado para montarem seus próprios negócios, por exemplo. Esse crescimento evidencia o quanto os canais digitais têm se estruturado como meios legítimos e rastreáveis para a destinação de ativos corporativos.

    O que esperar do mercado de RH em 2026

    Digitalização e rastreabilidade como aliadas

    A digitalização de processos trouxe eficiência ao gerenciamento de inventários. Registros atualizados permitem acompanhar o ciclo de bens que incluem mobiliários, eletrônicos, máquinas e materiais operacionais. Com esse nível de visibilidade, o RH consegue planejar remanejamentos, classificar itens parados e organizar destinações de maneira ordenada, fortalecendo práticas de governança.

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    A circularidade se consolida quando incorporada ao cotidiano das equipes. O RH tem papel central nesse processo ao orientar gestores sobre os fluxos de ativos, alinhar procedimentos com outras áreas e garantir que alterações físicas ou estruturais ocorram de forma organizada. A construção dessa cultura ajuda a reduzir custos operacionais, liberar áreas que podem ser reaproveitadas e reforçar diretrizes de sustentabilidade.

    Tratar o ciclo de vida dos ativos com base em dados, rastreabilidade e planejamento auxilia as empresas a construírem ambientes de trabalho mais eficientes e alinhados às metas ESG. Para o RH, é a oportunidade de integrar sustentabilidade, organização e gestão de pessoas em um processo contínuo, que impacta diretamente a operação e a experiência diária dos colaboradores.

    *Thiago da Mata é CEO na Kwara, plataforma de leilões online com foco em empresas de todos os portes e segmentos.

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