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Saiba como se preparar para mudanças

É preciso aceitar as mudanças da vida - e se programar para elas

Por Vicky Bloch
Atualizado em 5 dez 2020, 19h13 - Publicado em 27 out 2017, 04h00
Pessoas conversando no ambiente de trabalho (Creative Commons/Flickr/ Lars Plougman/)
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É comum esperarmos o final de um ano para fazer as reflexões da virada. Dezembro é o mês de rever metas profissionais e pessoais e de escrever uma lista de planos para o período seguinte. Mas eu gostaria de falar sobre a virada que pode acontecer a qualquer momento.

A necessidade de reflexão e de mudança, bem como a demanda por recarregar as energias, têm sido mais frequentes
do que no passado. Tenho visto uma quantidade enorme de executivos que, mesmo sabendo das dificuldades de recomeçar num ambiente difícil, decidiram encerrar um ciclo profissional e partiram para uma nova etapa, tomando decisões que exigiram grande coragem.

O efeito das resoluções de ano-novo costuma acontecer nas idades “redondas”, como os 40, 50 ou 60 anos. São momentos em que refletimos sobre trabalho, casamento e família. Mas o aumento da velocidade das mudanças que estamos vivendo tem se transferido para as decisões pessoais, e a pressa na transformação não permite esperar. Afinal, diante da crise institucional, política, econômica e ética que enfrentamos no Brasil, os questionamentos só aumentam. Nunca vi tanta gente desanimada e sem esperança falando sobre mudar de país.

A maturidade e o desejo de viver num mundo melhor levam à retrospecção e à reflexão sobre o que cada um quer para si. Será que os esforços até agora serviram para alguma coisa? Será que o sangue doado à empresa é de fato recompensador? Será que as noites e os fins de semana que deixamos a família para nos dedicar ao serviço valem a pena? Será que estou deixando um legado para o mundo?

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Acho esse exercício saudável e fico feliz quando ele não tem data para acontecer. Quanto mais frequente a reflexão, maior a chance de corrigirmos as rotas e acertarmos as decisões. Mas o momento merece a atenção dos profissionais de recursos humanos.

É preciso ajudar as pessoas a ter discernimento e lucidez para evitar rupturas movidas pela emoção do momento. As consequências de decisões impensadas podem ser catastróficas e longas. Resoluções devem ser tomadas olhando para o futuro — e não baseadas numa frustração presente ou passada.

O importante é ajudarmos as pessoas a encontrar suas motivações. E mostrarmos a importância de buscar diferentes ângulos, questionar-se e encontrar a coragem necessária para trilhar um novo caminho. Isso não significa que tudo dará 100% certo. Mas posso garantir que, quanto mais equilibrada for essa transição, maior a chance de sucesso — e de felicidade.

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