6 dicas para equilibrar torcida e trabalho na Copa

A Copa do Mundo é uma ótima oportunidade para fortalecer o engajamento das equipes: o torneio pode trazer momentos de interação entre os colaboradores e melhora do clima organizacional, impactando de modo positivo a rotina corporativa.

Mas a descontração também deve ser acompanhada de regras que assegurem a boa convivência e o respeito, além da manutenção da produtividade.

Segundo Isis Borge, colunista da Você RH e sócia diretora da Assigna, empresa do Talenses Group, o ideal é que as empresas estabeleçam orientações claras para garantir o equilíbrio entre integração e responsabilidade profissional em dias de jogos, evitando assim excessos e situações constrangedoras.

A seguir, ela elenca seis orientações práticas para trabalhadores e organizações durante a Copa. Confira:

As empresas devem definir previamente quais jogos poderão ser acompanhados, como funcionarão compensações de horas e quais áreas precisarão manter operação integral. A previsibilidade ajuda a evitar improvisos e reduz impactos na rotina de trabalho.

Planeje a flexibilização com antecedência

Brincadeiras e rivalidades esportivas podem existir, mas comentários ou provocações ofensivas ultrapassam o limite. Questões relacionadas a gênero, nacionalidade, aparência, religião ou orientação sexual devem ficar fora do ambiente corporativo.

Respeito deve ser o principal limite

As entregas, o atendimento a clientes e as atividades críticas devem ser preservados. O ideal é que as equipes combinem previamente como manter a operação organizada nos dias de partida.

Flexibilidade acompanhada de responsabilidade

“A integração não pode virar uma obrigação social dentro da empresa”, reforça Isis. Criar alternativas para quem prefere manter a rotina normal também contribui para um ambiente mais inclusivo.

A participação deve ser opcional

Participar das ações sem perder a postura profissional ajuda a mostrar que momentos de descontração podem coexistir com responsabilidade e respeito às regras estabelecidas.

Lideranças precisam dar o exemplo

A decisão sobre liberar ou restringir bebidas alcoólicas deve considerar o perfil da operação e os riscos envolvidos. Independentemente da escolha, a orientação precisa ser clara para todos.

Atenção ao consumo de álcool