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A Kinross paga até 4 salários de participação no resultados

Entre os benefícios da empresa estão auxílio-farmácia de até 100%, empréstimo consignado e convênio odontológico

Por Luiz De França Atualizado em 5 dez 2020, 20h49 - Publicado em 26 mar 2013, 17h25

Paracatu (MG) – A canadense Kinross chegou à cidade mineira de Paracatu em 2005, quando comprou a Rio Paracatu Mineração, em operação desde 1987. Hoje, é responsável por aproximadamente 10% dos empregos formais da região, atuando no beneficiamento e na comercialização de ouro, na mineração e na pesquisa de minerais. A subsidiária brasileira já responde por 17,3% da operação mundial.

Como a mina fica a apenas 10 minutos do centro da cidade, a companhia tem um compromisso com a diminuição do impacto da atividade no meio ambiente e com o desenvolvimento da comunidade. Em 2011, criou em parceria com faculdades e as secretarias municipais o Programa Integrar, com ações em várias frentes: educação ambiental e aulas de reforço de matemática e português nas escolas da região, oficinas culturais e programa de edital para apoiar projetos de instituições que estimulem a geração de trabalho e renda.

Já foram aprovadas oito iniciativas, que vão favorecer mais de 900 pessoas em 2012. Com uma política agressiva de benefícios, a Kinross também é bem avaliada pelos funcionários, que podem ganhar até quatro salários-base de participação nos resultados. Eles têm convênio odontológico e plano de saúde com assistência médica aérea, ambos extensivos a dependentes, auxílio-farmácia de até 100%, previdência privada, material escolar para os filhos, auxílio-creche para quem tem crianças de até 2 anos, transporte coletivo e programa de empréstimo consignado.

Os líderes podem requerer bolsas de estudo, que cobrem de 50% a 70% do valor dos cursos. “Estou aqui há quatro anos e nunca ouvi um não para um pedido de treinamento”, diz um gestor. Outro forte da Kinross é a comunicação interna. Todos os dias, antes de começar o turno, as equipes operacionais e administrativas se reúnem por cinco minutos para trocar informações.

Há ainda boletim semanal, encontros mensais com o gerente-geral ou da área, jornal bimestral, mural, intranet e um periódico de alinhamento estratégico exclusivo para os gestores. 

PONTO(S) POSITIVO(S) PONTO(S) A MELHORAR
A empresa tem programa de expatriação e destaca um profissional experiente para acompanhar novos empregados nos primeiros 45 dias de ambientação. Os funcionários reclamam que não há plano de carreira para todos. Atualmente, somente os gestores têm um acompanhamento formal de desenvolvimento individual.
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