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Nesta empresa, estagiários são transformados em embaixadores da marca

Para atrair talentos, a Suzano transforma os estagiários em embaixadores da marca nas universidades

Por elisatozzi Atualizado em 5 dez 2020, 20h48 - Publicado em 1 jan 2019, 05h00

São Paulo – Na Suzano, a recente aquisição da Fibria enche os jovens de orgulho. “Vamos fazer parte da maior companhia de papel e celulose do mundo. Vai ser muito bom aprender com os novos colegas”, diz um funcionário. A animação acontece, também, pela transparência com que a liderança tratou o processo de compra. Walter Schalka, presidente da Suzano, falava com frequência sobre o assunto e tirava as dúvidas das equipes. “Ele almoça no refeitório com a gente e busca informação na base. Todos os chefes são assim, abertos a ouvir”, diz um empregado. A gestão mais horizontal vem de 2013, quando foi implementada a cultura cujo lema é “juntos e misturados”, que prega a interação entre pessoas e áreas. De lá para cá, a sensação é que os gestores se tornaram mais humanos, equilibrando as cobranças com o cuidado com as equipes. “Os líderes sempre perguntam do que precisamos”, afirma um jovem.

Para atrair talentos, a companhia transforma os estagiários em embaixadores da marca nas universidades. Cabe a eles trazer para a empresa os interesses dos colegas e representá-la em feiras, palestras e eventos. No perfil no Instagram @talentosuzano são compartilhadas  vagas e histórias dos jovens profissionais. suzano.com.br


PONTOS POSITIVOS

Há inúmeros elogios para as oportunidades de aprendizado e a confiança que os gestores depositam nos estagiários — eles sentem que são tratados de igual para igual. O job rotation também é destaque.


PONTOS A MELHORAR

Os jovens reivindicam mais momentos que propiciem interação entre as áreas. Eles pedem ainda maior oferta de cursos — ciente dessa demanda, o RH está desenvolvendo uma universidade corporativa digital.

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