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O turnover da Dow Brasil não passa de 3% ao ano

No último processo seletivo de trainees, havia 12.500 candidatos para 72 vagas

Por Marcia Kedouk Atualizado em 5 dez 2020, 20h49 - Publicado em 21 mar 2013, 14h58

São Paulo (SP) – A Dow, uma das principais empresas químicas do mundo, tem feito parcerias importantes para manter na prática o que está no discurso de tantas companhias: o desenvolvimento sustentável. Em 2011, a empresa se tornou parceira global dos Princípios para Empoderamento das Mulheres, da ONU, e liderou a formação da Aliança pelo Fortalecimento do Papel da Mulher na Sociedade, para alimentar iniciativas que diminuam a desigualdade de gêneros.

Continuou os programas de pecuária sustentável em Minas Gerais e deu o pontapé inicial para a criação de um consórcio de construção de superfícies frias em edificações, reduzindo a temperatura interna em locais como escolas nas favelas do Rio de Janeiro. Também firmou uma joint venture com o grupo japonês Mitsui para a produção de bioplástico com etanol renovável em Santa Vitória (MG).

A usina deve começar a funcionar em 2014 e, até lá, pretende gerar 2.500 empregos diretos e 4.500 indiretos. Na plataforma de educação, inaugurou um centro digital na comunidade de Pasto de Fora (BA), com cursos de informática, acesso à internet e serviços como impressão de segunda via de contas.

Tudo isso com o apoio dos funcionários, que desde o ano passado fazem a cada trimestre reuniões virtuais de voluntários das unidades da Dow na América Latina para trocar experiências. Tantas práticas, além de render a esta veterana do Guia o destaque em Cidadania Empresarial de 2012, têm surtido efeito positivo na imagem da organização.

No último processo seletivo de trainees, havia 12.500 candidatos para 72 vagas. “Perguntei a eles por que queriam trabalhar aqui”, conta Pedro Suarez, presidente para a América Latina. “A maioria respondeu: ‘Porque quero fazer algo pelo mundo’.” O espírito é o mesmo de quem já está lá dentro.

A nova filosofia de aprendizado mútuo e de trabalho em equipe, chamada de One Team, reforçou o já elevado índice de satisfação do pessoal, a principal moeda da empresa contra a fuga de talentos — o turnover da Dow não passa de 3% ao ano. 

PONTO(S) POSITIVO(S) PONTO(S) A MELHORAR
Os programas de desenvolvimento, que já impressionavam pela variedade e consistência, foram reformulados para desenvolver e reter mais talentos. Funcionários apontam lentidão nas promoções, falta de jovens na liderança e dificuldade de ganho com a remuneração variável, atrelada ao resultado global.
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