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53% dos RHs já contrataram startups: as de recrutamento são as mais usadas

Pesquisa da Think Work Lab mostra que a área de gestão de pessoas está contratando startups e que essas empresas podem ajudar a tornar o RH estratégico

Por Elisa Tozzi Atualizado em 11 Maio 2021, 22h09 - Publicado em 12 Maio 2021, 09h00

As startups já estão no radar das empresas há algum tempo. Um levantamento do Inside Venture Capital Brasil, feito pela plataforma de inovação Distrito, revelou que 58% das compras de startups no primeiro semestre de 2020 foram realizadas por grandes organizações. A tendência de adquirir startups – ou seus serviços – está relacionada a procura por inovação, por soluções criativas e por agilidade nos processos.

Todas essas são questões importantes para o RH. Talvez por isso, a área de gestão de pessoas está contratando serviços das startups. É o que releva uma pesquisa feita pela Think Work Lab, startup de conhecimento sobre gestão de pessoas que tem o objetivo de empoderar o RH, realizada em parceria com a Appus, que desenvolve sistemas de gestão. Segundo o estudo – o primeiro sobre o tema e divulgado com exclusividade por VOCÊ RH -, 53% dos líderes de pessoas já adquiriram serviços de startups.

imagem mostra um gráfico
Think Work Lab/VOCÊ RH

Menos custo, mais estratégia

Mais de 85% dos entrevistados afirmam que o projeto foi feito dentro do prazo e do orçamento programados, e 84% dizem que a equipe da startup estava bem preparada para atender a empresa. “Esse dado chama a atenção. Além disso, 6% dos respondentes afirmam que a conta ficou abaixo do esperado. Em geral, os projetos, de qualquer natureza, atrasam e estouram o orçamento”, explica Tatiana Sendin, fundadora da Think Work Lab.

Outro ponto importante é que, segundo a pesquisa, as startups estão ajudando o RH a se tornar mais estratégico – um desafio antigo do departamento. “Um quarto dos executivos afirma que o RH tem mais indicadores para apresentar para a liderança, algo que pode mudar a reputação do setor dentro das empresas, já que uma das maiores queixas contra a área é não ter número para comprovar a necessidade das políticas e práticas de gestão de pessoas”, diz Tatiana.

Imagem mostra um gráfico
Think Work Lab/VOCÊ RH

 

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