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Políticas e Práticas

Como o cérebro funciona nas relações à distância

Os hábitos impostos pelo trabalho remoto afetam o modo como a mente funciona e as companhias precisam ficar atentas a hábitos prejudiciais

por Márcia Di Domenico Atualizado em 18 dez 2020, 08h38 - Publicado em
18 dez 2020
08h02

Esta reportagem faz parte da edição 71 (dezembro/janeiro) de VOCÊ RH

Trabalho remoto não é novidade, e é fato que, para uma porção de setores e funções, não há mesmo necessidade de estar fisicamente na empresa para se relacionar e produzir bons resultados. O problema é o modo como estamos fazendo home office na pandemia. Por exemplo, em um estudo da Oracle em parceria com a empresa de consultoria e pesquisa de RH Workplace Intelligence, 42% dos respondentes disseram que, em casa, estão trabalhando até 40 horas a mais por mês (uma média de duas horas extras por dia) do que quando iam para o escritório.

Não é só por isso que os profissionais estão tão estressados — 44% se dizem mais esgotados do que na pré-pandemia, segundo uma pesquisa da Microsoft detalhada mais adiante. É verdade que, de toda a sobrecarga emocional que as pessoas estão recebendo neste momento, não é possível separar com exatidão o que se deve à dinâmica do trabalho e o que vem de fatores ligados à covid-19, como o medo de ficar doente e a perda de entes queridos.

  • Mas aspectos relacionados às atividades em home office, como a falta de interações presenciais e o excesso de reuniões por vídeo, certamente se somam para demandar esforços de adaptação do cérebro a uma nova rotina e novas formas de realizar as tarefas, afetando também o corpo, o comportamento e o nível de entrega ao trabalho.

    Nesta reportagem, mostramos como manter o bem-estar mental no home office abordando três pilares: videoconferências, gestão de equipe e momentos de descanso.

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