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Liderança

Maite Leite é a primeira mulher a presidir o Deutsche Bank no Brasil

O grande objetivo da executiva é deixar um legado no setor

por Bárbara Nór Atualizado em 18 fev 2021, 20h12 - Publicado em
19 fev 2021
06h50

Esta reportagem faz parte da edição 72 (fevereiro/março) de VOCÊ RH

Com uma carreira de mais de três décadas no mercado financeiro, Maite Leite, de 53 anos, tem longa bagagem em um setor ainda dominado pela presença masculina. Com passagens por Citibank, ABN Amro e Royal Bank of Scotland, onde liderou processos globais de transformação, ela agora chefia o Deutsche Bank no Brasil. No cargo desde 2018, foi a primeira mulher a assumir o comando da instituição no país. Foi também a primeira a fazer parte da presidência da Câmara Brasil-Alemanha, onde entrou em 2019. Para Maite, o momento é de pensar no que deixará para o futuro. “A fase em que estou agora, que começou quando me tornei CEO, é a do legado”, disse a executiva em entrevista a VOCÊ RH. “Percebi que realmente quero ter um impacto maior.”

  • Como define sua fase atual de carreira?

    Meus primeiros dez anos foram de aprendizado, depois tive o momento de expansão, quando ajudei na transformação e na integração dos bancos. Na terceira fase, de consolidação, passei a gerir assuntos mais complexos, me envolvendo com a expansão do negócio e com questões de governança. Agora, nesta quarta etapa, consigo perceber a relevância de meu papel como líder. Quero contribuir de forma mais ampla com a comunidade e com o país. É um papel de execução, mas também de advogar para temas mais amplos, para a transformação de médio e longo prazo.

    Quais são as causas mais importantes para você?

    Tenho uma atenção muito voltada para a educação como um fator de inclusão econômica e social. Temos no Deutsche o Dn’A Women [Develop and Achieve Women], um projeto para a inclusão feminina no mercado financeiro por meio da educação técnica, em parceria com outros bancos. Também mantenho um trabalho individual de voluntariado, sou professora em uma ONG para a formação de jovens aprendizes. Na Câmara Brasil-Alemanha, todo o meu trabalho é voltado para a formação técnica de jovens. Também faço parte de um grupo de líderes que atua na formação de líderes comunitários no Grajaú [bairro da zona sul de São Paulo]. É tudo interligado — o que aprendo em um projeto aplico em outro.

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