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Conheça Adriana Aroulho, presidente da SAP no Brasil

Recém-chegada ao cargo de presidência da multinacional, Adriana gosta de convergir ideias para encontrar as melhores respostas

Por Elisa Tozzi Atualizado em 17 dez 2020, 20h38 - Publicado em 18 dez 2020, 08h04

Esta reportagem faz parte da edição 71 (dezembro/janeiro) de VOCÊ RH

Com uma carreira de 20 anos em empresas de tecnologia, Adriana Aroulho assumiu em agosto a presidência da SAP para o Brasil. Na empresa alemã, ela chegou para trabalhar na área de plataformas digitais em 2017 e logo foi promovida a diretora de operações. O cargo de presidente estava em seu plano de carreira e, quando Cristina Palmaka, sua antecessora, foi convidada a liderar a companhia na América Latina e Caribe, a oportunidade surgiu. Socióloga por formação, ela é admiradora do balé. “Dancei de forma semiprofissional ativamente. Hoje não danço mais, mas meu marido é bailarino e coreógrafo. Então continuo convivendo com esse mundo, que é uma paixão.” Com estilo conciliador, seu desafio é manter o crescimento e a inovação da companhia.

Sua formação é em ciências sociais, mas não é comum que profissionais com esse diploma trilhem uma carreira corporativa. O que atraiu você para o mundo executivo?

Minha pretensão na época da faculdade era ser acadêmica. Mas, ao fazer um estágio na HP em 1996, comecei a repensar essa vontade. Por estar cursando sociologia, fui estagiar na área de qualidade e pesquisa com clientes — era a grande novidade da época. Depois de alguns meses, surgiu uma vaga no setor administrativo. Como minha renda triplicaria e eu estava gostando da empresa, topei. Então, fiz um curso de pós-graduação em administração na Fundação Getulio Vargas, o Ceag, voltado para quem não se formou na área. Minha turma era cheia de engenheiros.

Como eu tinha diploma de humanas, precisei fazer vários créditos para ter a formação de exatas necessária. Fui me envolvendo com o ambiente corporativo e entendi que uma de minhas vontades na faculdade, de mudar o mundo, podia ser realizada dentro das empresas e também por meio da tecnologia. Nesses 20 anos de carreira, fiz muitas movimentações laterais, o que foi bem interessante, pois me ajudou a construir relacionamentos. Brinco que tive uns dez empregos na mesma empresa.

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