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Políticas e Práticas

Você conhece a psicossocioanálise?

O conceito mostra que as organizações refletem os traumas e afetos das pessoas e ajuda a tornar o trabalho mais humanizado

por Caroline Marino Atualizado em 18 fev 2021, 20h22 - Publicado em
19 fev 2021
06h55

Esta reportagem faz parte da edição 72 (fevereiro/março) de VOCÊ RH

Não existe separação entre o mundo dos afetos e o do trabalho. Tudo se mistura. Por isso, as questões de cunho pessoal e a individualidade devem ser trabalhadas — e observadas — para o sucesso empresarial. Essas conclusões, que hoje parecem estar cada vez mais óbvias para líderes de diversos segmentos, foram alcançadas nos anos 1960 pelo psicólogo Luigi Pagliarani.

  • Mas a inventividade do pensamento do italiano está em outro aspecto de sua teoria da psicossocioanálise, como a batizou. Ele diz que os indivíduos têm questões e traumas que, se não forem tratados e discutidos, se transformam em sintomas — fobias, dores no corpo, doenças físicas, problemas de ansiedade. Da mesma maneira, as companhias têm suas questões mal resolvidas que podem se traduzir em sintomas como cultura tóxica, pessoas infelizes e alto número de demissões.

    “A psicossocioanálise junta o lado afetivo, que é a psicanálise, com o lado do trabalho, que é o estudo da sociologia, da socioanálise”, explica o psicossocioanalista Marco Dalpozzo, diretor de RH da CBF e quem trouxe ao Brasil a Ariele, instituição italiana que dissemina o conceito. Segundo ele, o que o RH precisa ter em mente é que a empresa e seus empregados são uma coisa só, que existe uma analogia entre a relação do líder com seus subordinados e a relação do grupo de afetos familiares com o grupo do trabalho.

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