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Avaliação de desempenho é semestral na Tetra Pak

A empresa dá subsidíos de até 80% a cursos técnicos, idiomas, graduação e MBA

Por Renata Avediani Atualizado em 5 dez 2020, 20h48 - Publicado em 26 mar 2013, 17h57

Monte Mor (SP) – Em junho deste ano a Tetra Pak, fabricante sueca de embalagens cartonadas e equipamentos para processamento de alimentos, forneceu uma caixa feita com material reciclado de suas embalagens para o resgate e transporte de um leão que sofria maus-tratos no Ceará.

Juba, o leão, foi transferido confortavelmente para Jundiaí (SP) e os funcionários da Tetra se enchem de alegria ao falar do assunto. “A proposta do nosso negócio é levar qualidade de vida às pessoas, e vemos que aqui isso é praticado nos diversos âmbitos da sociedade”, diz um deles.

Mas o orgulho por trabalhar em uma empresa presente em 170 países vai além da atuação dela na sociedade. A possibilidade de crescimento é também um atrativo. A cada seis meses há avaliação de desempenho, acompanhada de uma conversa formal com o chefe. Daí sai um plano para desenvolver pontos de melhoria e as indicações de treinamento.

Por meio da Tetra Pak University os empregados participam de treinamentos técnicos e comportamentais dentro e fora do país. Além disso, há subsídios para cursos externos e bolsas de estudo de até 80% para cursos técnicos, de idioma, graduação, pós e MBA. Em 2011 foram 40 horas de capacitação média por funcionário, resultado de um investimento de 3,5 milhões de reais.

Desde maio do ano passado a administração dos treinamentos corporativos, a gestão dos benefícios, a folha de pagamento, o recrutamento e as relações sindicais estão sob responsabilidade do centro compartilhado de RH, uma iniciativa piloto do grupo no Brasil, para atender às operações da América do Sul e Central.

Deu tão certo que, em agosto do mesmo ano, o modelo foi replicado às demais operações. “A ideia é padronizar processos, aumentar a governança e aliviar o RH de atividades operacionais, para que os business partners [equipes do RH que atuam como consultores internos] possam dar atendimento mais personalizado às equipes”, diz Aluisio Ragazzi Fonseca, VP de RH para América do Sul e Central e um dos responsáveis pelo projeto aqui. 

PONTO(S) POSITIVO(S) PONTO(S) A MELHORAR
O pacote de benefícios, a preocupação com a segurança do pessoal e as possibilidades reais de viagem ao exterior para treinamentos ou expatriação. Horário flexível e possibilidade de trabalhar de casa são pedidos antigos. Tornar mais claro o plano de carreira e oferecer feedback no recrutamento interno.
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