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Nesta empresa, 55% das posições de liderança são de mulheres

Algar Tech investiu em programa de sucessão para formação de líderes, que cruza performance com cultura, e mulheres também se destacaram

Por Hanna Oliveira Atualizado em 10 mar 2021, 10h02 - Publicado em 9 mar 2021, 15h21

A Algar Tech, empresa especializada em processos de negócios, viu no desenvolvimento de um programa para sucessão de lideranças uma oportunidade de garantir tanto seu crescimento, quanto sua retenção de talentos. 

Foi assim que nasceu o “Líderes do Futuro”, projeto que mapeia lideranças dentro da companhia, usando a metodologia Nine Box, que cruza performance com cultura.  “Entendemos que ter o líder pronto dentro de casa assegura retenção dos profissionais de alta performance e acabamos por ter o mapa sucessório bem definido”, conta Luciana Gonçalves, diretora de gente, estratégia e marca da Algar Tech. Os selecionados têm a oportunidade de participar de treinamentos de preparação para liderança e até mesmo de representar, gestores com nível maior de senioridade em projetos e férias.

  • Durante o mapeamento para o início do programa, a Algar Tech identificou que havia um percentual de 44% de mulheres para o total de cadeiras de liderança mapeadas para 2020, um número expressivo, já que, ainda hoje, as empresas patinam para incluir mulheres na liderança e, até mesmo, para reconhecer o avanço delas no trabalho. Para Luciana, esse é número é o reflexo de uma empresa preocupada com diversidade e com ambições claras e distribuídas entre as equipes para melhorar os indicadores de inclusão: “Entre planejar e executar, existem dificuldades e, à medida que a gente se propõe a uma ambição, ela passa a ser de todo mundo”.

    A diretora de gente, conta que entre os indicadores que querem alcançar em 2021, quando o assunto é diversidade, são um aumento de 60% nas posições para PCD, triplicar o número de lideranças negras, além de já terem implantado iniciativas como, critério para desempate entre candidatos a uma vaga com iguais condições, ser o gênero e programas de mentoria para mulheres: “Entendemos que precisávamos ter um programa para inclusão de forma sistematizada e com metas”, diz Luciana.

    Falando sobre as habilidades dos selecionados para o programa, foi uma via de mão dupla, entre Algar Tech e os profissionais, o desejo pelo desenvolvimento de competências comportamentais. “Hoje eu preciso das pessoas que saibam fazer as perguntas que vão gerar inovação, que tenham um pensamento crítico, sistêmico, uma visão de cuidar da sociedade, das comunidades. A capacidade de autogestão”, explica, complementando que, caso os profissionais ainda não tenham desenvolvido esses aspectos, o compromisso da Algar Tech é de formá-los: “Nem todo mundo tem isso que precisamos, então temos que formar”, finaliza. 

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