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Efeito coronavírus: como o programa de estágio da Ingredion se transformou

Os estagiários em home office são acompanhados de perto pela liderança e o novo programa de estágio fará toda a seleção online

Por Redação Atualizado em 10 dez 2020, 20h42 - Publicado em 25 ago 2020, 11h30

Estava tudo certo para que a Ingredion, empresa americana fabricante de ingredientes, lançasse seu programa de estágio no primeiro semestre de 2020. Mas a pandemia do coronavírus fez com que a multinacional mudasse os planos. “No primeiro momento, nosso foco foi cuidar dos colaboradores e entender como poderíamos apoiá-los”, diz Santiago Bellotti, diretor de recursos humanos e excelência operacional para América do Sul e Brasil da Ingredion.

Mas o projeto nunca saiu do radar. Ao contrário. O desafio do RH era criar um programa que fizesse sentido neste cenário de isolamento social e home office e que ainda desenvolvesse os jovens profissionais. “Sabemos que o estágio é um período de muita aprendizagem. Muitas vezes é a primeira experiência profissional, o que implica em ensinar não apenas a técnica, mas aspectos comportamentais também”, diz Santiago.

  • Nova rotina

    Desde 6 de março todos passaram a fazer home office e a principal preocupação da empresa era ensiná-los como se organizar dentro desta nova rotina. Para isso, o RH orientou os gestores a manter uma comunicação próxima e frequente com os jovens, abrindo espaço para dúvidas e oferecendo apoio e atenção.

     “Mantivemos o andamento dos projetos de estágio que eles devem realizar durante seu período conosco. O acompanhamento e as apresentações foram adaptadas para o novo formato virtual. Além disso, os estagiários que tiveram sua formatura postergada devido a paralisação das aulas puderam prorrogar seus contratos, dentro das possibilidades previstas em lei”, explica Santiago.

    Saldo positivo

    Acompanhando o dia a dia dos jovens, a companhia percebeu que a turma havia se adaptado bem e que o saldo era positivo. Por isso, desenhou um programa de estágio no qual contratará 25 universitários para trabalhar em São Paulo (escritório central), Mogi Guaçu (SP), Balsa Nova (PR), Alcântara (RJ) e Cabo de Santo Agostinho (PE). Os jovens poderão fazer home office três vezes por semana.

    O processo seletivo, que está aberto até setembro (clique aqui pra se inscrever), terá provas online de inglês, lógica e fit cultural; entrevista por telefone; painel online; e entrevista por telefone com os gestores (quando são divulgadas as notas obtidas nas provas, garantindo a diversidade da seleção).

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