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Inovação: maioria das empresas vai investir na área em 2021

Pesquisa revela que as companhias também pretendem contratar pessoas para suprir demandas relacionadas à transformação organizacional

Por Hanna Oliveira Atualizado em 16 dez 2020, 15h09 - Publicado em 16 dez 2020, 18h00

O estudo ‘Radar da Inovação Aberta’ realizado pela Worth a Million, aceleradora de inovação corporativa, em parceria com a consultoria Análise Econômica Consultoria, mostrou que 73% das 80 empresas participantes do estudo têm previsão de investimento em inovação nos próximos seis meses. Olhando apenas para as respostas de startups, esse número vai a 78%.

A crise do novo coronavírus acelerou o processo de transformação digital das empresas. Nesse sentido, a inovação foi crucial para os negócios. No entanto, para Valentim Biazotti, fundador da Worth a Million outro grande desafio deste período foi compreender o que de fato é inovação: “A crise trouxe um desafio estratégico de inovação para as empresas que pensaram em como se adaptar tão rapidamente a um novo cenário”, conta explicando que as empresas que tinham o entendimento maior do que era inovação para seu negócio, conseguiram se reinventar: “As que entendiam seu modelo de inovação, conseguiram responder rapidamente. Outras, que não o compreendiam, tiveram maiores dificuldades”. 

  • O investimento em inovação pode também ser um bom sinal para contratações, ao menos é o que apontam os participantes do levantamento: 42,3% preveem novas contratações para suprir as demandas de inovação.  

    Para que a inovação realmente ajude os negócios, o sócio da Worth a Million aponta que é preciso incorporar a inovação para além da área de tecnologia: “Em um mundo cujas mudanças estão cada vez mais aceleradas, as organizações precisam compreender a inovação como estratégica, que deve estar presente no modelo de negócio da empresa e que está diretamente vinculado ao modelo de gestão de pessoas”, afirma. E se o modelo de gestão de pessoas precisa ser vinculado à inovação, o departamento de RH também tem seu papel na mudança de pensamento das companhias. “É importante repensar o modelo de gestão: os líderes das organizações são responsáveis, junto às áreas de recursos humanos, por iniciar essa transição, servir de exemplo e apoio para um objetivo que está vinculado ao médio e longo prazo: adaptar-se mais rapidamente”, finaliza Valentim.

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