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Estudo indica as prioridades das mulheres brasileiras no trabalho

Salários competitivos, oportunidades de crescimento e horários flexíveis são fatores-chave para engajar e reter esses talentos, segundo a Korn Ferry.

Por Redação
21 mar 2025, 16h46 • Atualizado em 21 mar 2025, 16h48
Ilustração de um grupo de mulheres de negócios juntas.
 (gmast3r/Getty Images)
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  • Salários competitivos, oportunidades de aprendizado e flexibilidade são as prioridades das mulheres no trabalho – e, consequentemente, fatores importantes para mantê-las engajadas nas empresas. É o que revelou o estudo WorkForce Brasil, realizado pela consultoria Korn Ferry. 

    Segundo a pesquisa, 33% das profissionais valorizam os horários de trabalho flexíveis, e 30% apontam o aprendizado e o desenvolvimento como um fator-chave para a permanência em um emprego. A grande maioria das mulheres (87%) também valoriza companhias com cultura inclusiva.

    Isadora Reis, head de marketing da Korn Ferry na América Latina e coautora do levantamento, destaca que é fundamental garantir que as mulheres tenham acesso a treinamentos e oportunidades de crescimento desde o início da carreira para aumentar a presença delas em posições estratégicas.

    “As empresas precisam criar um ambiente onde as mulheres visualizem um futuro próspero e acolhedor dentro da organização”, afirma a executiva. “Sem um plano claro de crescimento, engajar talentos femininos vira um desafio.”

    Desafios para o avanço na carreira

    39% das mulheres afirmam que a falta de oportunidades de progressão de carreira contribui para a desmotivação no trabalho. Entre os homens, a proporção é um pouco menor: 35%.

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    Tanto homens quanto mulheres valorizam a segurança e estabilidade proporcionada por um emprego. Mas benefícios não financeiros e ambientes de trabalho inclusivos têm mais peso para elas.

    “Isso demonstra que as estratégias de retenção precisam ir além do salário e considerar benefícios que promovam equilíbrio e bem-estar”, defende Isadora. “Além disso, precisamos considerar que cada colaboradora tem necessidades e prioridades específicas. Daí a importância de personalizar benefícios, na medida do possível.” 

    Apesar do aumento da participação feminina no mercado de trabalho, ainda há obstáculos significativos para elas alcançarem cargos de liderança. A grande maioria das mulheres (98%) está satisfeita com o próprio trabalho e sente alguma realização pessoal. No entanto, apenas 26% percebem oportunidades claras de crescimento, o que reforça a necessidade de iniciativas que garantam trajetórias de carreira mais bem definidas para as profissionais.

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    Isadora reforça que as empresas ainda precisam aprimorar o ambiente de trabalho para as mulheres. “É necessário adotar políticas de flexibilidade, programas de mentoria, treinamentos de sensibilização [relacionados a questões de gênero], metas de diversidade e transparência salarial, promovendo assim a equidade de gênero e o pleno desenvolvimento do potencial feminino em posições de destaque.”

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