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Como será o trabalho na próxima década?

Apenas 9% dos executivos de RH acreditam que as empresas estejam preparadas para o futuro do trabalho — mas ele está batendo à nossa porta

Por Caroline Marino, da VOCÊ RH Atualizado em 15 dez 2020, 09h00 - Publicado em 28 fev 2020, 15h00

Incerteza (ainda) é a palavra que melhor define as perspectivas econômicas para o Brasil ao longo dos próximos anos. Para a crise ficar para trás, é necessária a convergência de vários fatores, que passam pela reforma tributária, a força ou declínio da economia chinesa e investimentos em infraestrutura, por exemplo.

Em meio a isso tudo, o mercado continua a operar num contexto de alto desemprego, informalidade recorde, falta de profissionais qualificados para diversas áreas e digitalização galopante. E o cenário tende a se tornar mais complicado com o passar dos anos que formarão a década de 20 dos anos 2000.

  • Esses ingredientes trazem um desafio e tanto para as empresas especialmente para o RH. A gestão de pessoas terá de se desdobrar para manter e engajar uma força de trabalho que mescla CLT e trabalho freelance, ao mesmo tempo que pensa em políticas que consigam ser flexíveis para atender à diversidade de interesses de carreira, tendo em vista os diferentes perfis profissionais.

    Porém, o contexto complexo ainda é assustador para a maioria dos executivos. Segundo um levantamento feito pela consultoria de tendências Gartner, apenas 9% dos líderes de RH acreditam que as empresas estejam preparadas para o futuro do trabalho. Para ajudar os gestores de pessoas nesse processo, VOCÊ RH cruzou dados para mapear as dez tendências do mundo do trabalho para a atual década.

    Descubra quais são essas tendências na reportagem de capa da edição 66 da VOCÊ RH, de fevereiro/março, que já chegou às bancas.

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