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Treinamento: como o Assaí capacita 50.000 funcionários na pandemia

Com a pandemia, o atacadista Assaí precisou digitalizar sua trilha educacional. O desafio rendeu frutos: mais de 1,4 milhão de horas de treinamentos

Por Hanna Oliveira Atualizado em 16 ago 2021, 19h39 - Publicado em 20 ago 2021, 07h00

Esta reportagem faz parte da edição 75 (agosto/setembro) de VOCÊ RH

A capacitação da força de trabalho ainda é um desafio nacional. Mesmo com uma melhora nos últimos anos, um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) feito em 2019 mostrou que o número de jovens entre 25 e 34 anos com formação superior era de apenas 21%. Com esse percentual, o Brasil está na lanterna dos países latino-americanos presentes no ranking de educação da OCDE.

O Assaí, atacadista com mais de 50.000 funcionários, conhece bem essa realidade — e defende a importância de ações educacionais que partam das empresas. “Sabemos que a educação em nosso país não é tão forte. Entendemos que, como organização, temos a responsabilidade de apoiar o desenvolvimento e a formação das pessoas”, diz Sandra Vicari, diretora de gente e gestão do Assaí Atacadista.

  • O problema

    O Assaí está em franca expansão. Em 2020 foram mais de 5.000 novas contratações. E em 2021 há previsão de abertura de 28 novas lojas. Esse movimento exige uma agenda intensiva de treinamentos e capacitação para os novos funcionários. No entanto, a empresa deparou com um grande desafio em março do ano passado: mais de 90% dos cursos eram realizados presencialmente. Com a pandemia e o isolamento social, foi preciso traçar estratégias para continuar, à distância, o preparo de sua força de trabalho.

    Durante essa jornada, havia mais um desafio imposto pela realidade brasileira. Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019 evidenciou que a maior parte da população acessa a internet pelo celular: 81% se conecta pela banda larga móvel e 78% pela banda larga fixa. O percentual de lares que possuem os dois tipos de conexão é de 59%.

     

    Este trecho faz parte de uma reportagem da edição 75 (agosto/setembro) de VOCÊ RH. Clique aqui para se tornar nosso assinante

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