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“Ficar até tarde não significa ser produtivo”, diz diretor do LinkedIn

Empresa deu uma semana de folga remunerada aos funcionários ao redor do mundo para evitar problemas como o burnout

Por Caroline Marino Atualizado em 9 jan 2022, 17h42 - Publicado em 10 jan 2022, 07h00

Em abril de 2021, o LinkedIn deu uma semana de folga remunerada aos mais de 15.000 funcionários ao redor do mundo. A medida foi parte da estratégia da empresa para evitar problemas de saúde mental, como o burnout, entre as equipes e permitir que as pessoas se concentrassem no bem-estar. Com todos em descanso, a garantia de que ninguém seria “solicitado” por e-mail, chamadas ou mensagens deu à ação muito mais efetividade.

“A produtividade está bem mais ligada ao aproveitamento do tempo e à qualidade das entregas do que às horas trabalhadas”, diz Alexandre Ullmann, diretor de recursos humanos do LinkedIn. “Ficar até tarde e estar disponível o tempo todo não significa, necessariamente, que o trabalho esteja sendo feito corretamente.” Segundo o executivo, a medida surtiu efeitos bastante positivos, e a companhia decidiu ir além, criando o Half-Day Fridays, programa que permite que todos os colaboradores, de qualquer país, trabalhem apenas meio período às sextas-feiras durante os meses de julho e agosto.

“A jornada mais curta tem o intuito de promover uma oportunidade de relaxar, descansar e cuidar de si e dos outros”, explica Alexandre. Para o executivo, o RH precisa sempre ouvir os funcionários para entender quais são as necessidades e as dores deles. “Um ambiente saudável e produtivo deve ser baseado em uma cultura corporativa que acredite nesse modelo e que incentive os funcionários a não viver somente para o trabalho”, afirma Alexandre. A empresa realiza também o No Meeting Day, um dia por mês sem reuniões, e o Self-Care Workshops & Resources, programa de workshops para os funcionários prevenirem o esgotamento, praticarem o autocuidado e promoverem conexões sociais.

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