Focar na grama verde do vizinho, em detrimento do nosso próprio desenvolvimento, pode sabotar nossa trajetória de carreira.
Hoje, profissionais de idades muito diferentes dividem os escritórios. A convivência pode gerar conflitos, mas é fundamental para a inovação.
Não basta ter colaboração. É preciso direcioná-la, identificar lacunas de skills e adotar uma abordagem humanizada da IA para um ambiente mais engajador.
São velhos conhecidos – que demandam, portanto, novas abordagens, mais intensas e transformadoras.
O protagonismo de carreira é o caminho para uma força de trabalho resiliente, inovadora e comprometida. E recursos humanos deve liderar essa transformação.
Funcionários que usam o melhor que têm são 6 vezes mais propensos ao engajamento e 3 vezes a ter alto desempenho. Veja como o RH pode contribuir.
A busca exagerada pela harmonia pode criar escritórios onde as pessoas têm receio de julgar e de serem julgadas. E a inovação passa longe de lugares assim.
A média gerência pode estabelecer conexões reais e reduzir as demissões. Mas, para isso, as empresas precisam reconhecer a importância desses líderes.
A maioria dos negócios ainda não leva em conta a composição completa da nossa sociedade. Saiba por que isso é um tiro no pé.
Trocar a carga emocional dos discursos e investir no embasamento teórico, usando ferramentas de people analytics, pode virar o jogo – e ajudar o setor a alcançar seus objetivos.