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Recesso de fim de ano: uma medida fundamental contra o burnout

Além das férias, o descanso periódico também precisa estar em pauta. Mas muitos profissionais não conseguem aproveitar suas folgas. Veja dicas de como fazê-lo.

Por Ana Tomazelli*
18 dez 2024, 18h03
Foto de amigos tilintando taças de vinho espumante ao pôr do sol.
 (Yana Iskayeva/Getty Images)
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O fim do ano se aproxima. Com ele, vêm as férias coletivas, o recesso escolar e as confraternizações. É uma pausa necessária para aliviar a fadiga física, mas também o estresse e o cansaço emocional – ainda mais no mundo atual do trabalho, em que somos sempre cobrados por mais produtividade.

O uso constante de telefones celulares tornou as fronteiras entre as vidas pessoal e profissional ainda mais tênues. Junte a hiperconectividade à cultura do multitasking, e este é o resultado: muitos enxergam as pausas como algo desnecessário e até contraproducente.

Mas a demanda constante pela alta performance pode levar ao esgotamento físico e mental, comprometendo nossas capacidades cognitivas e reduzindo nossa qualidade de vida. E uma série de dados mostra que esse fenômeno está cada vez mais comum.

Uma pesquisa do Instituto Ipsos, por exemplo, mostrou que o Brasil é o quarto país mais estressado do mundo – e que 22% dos profissionais da geração Millennial, nascidos entre 1980 e 1995, já tiveram de se afastar do trabalho por determinado período devido ao estresse.

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Segundo o INSS, os afastamentos de trabalho por burnout aumentaram quase 1000% em uma década. Enquanto isso, dados do International Stress Management Association (ISMA) mostram que 72% dos brasileiros sofrem com alguma sequela do estresse prolongado, e 32% sofrem com o burnout.

Dicas para o descanso remunerado

Devido à pressão constante no trabalho, muitos profissionais acham difícil reservar tempo para o próprio descanso. Sentem-se culpados durante momentos de folga, levam preocupações do trabalho para casa e não conseguem se desligar de suas atividades por longos períodos.

Portanto, tirar férias é uma necessidade essencial, mas o descanso periódico também precisa estar em pauta. Algumas iniciativas podem ajudar a desacelerar a mente e se desligar totalmente do trabalho, como limitar a comunicação com o escritório e separar um horário específico do dia para verificar e-mails e fazer ligações.

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Lembre-se que nem todo descanso é igual. Quem realiza funções que exigem grande esforço mental pode relaxar com atividades artísticas, por exemplo. Quem passa muito tempo trabalhando sentado pode encontrar descanso no movimento, por mais estranho que isso possa parecer.

Outra dica de ouro é: cuidado com o excesso de telas. Restrinja o tempo em que utiliza o celular e evite ficar muito nas redes sociais, mesmo que o intuito seja se divertir. O seu cérebro precisa fazer um “detox” do excesso de estímulos para realmente descansar.

Ao tirar alguns dias de descanso – e realmente aproveitar o tempo livre, seja para estar com amigos ou se dedicar a um hobby –, você poderá experimentar uma redução significativa do estresse e melhorias na sua saúde física e mental. Ainda pode voltar ao escritório sentindo-se mais criativo, bem-disposto e, de quebra, mais produtivo.

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*Ana Tomazelli é presidente do Ipefem, uma ONG de educação em saúde mental para mulheres no mercado de trabalho.

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