20% das empresas não conseguem estabelecer metas objetivas de diversidade e inclusão
80% das companhias afirmam, porém, que têm programas relacionados ao tema, segundo pesquisa do Instituto Identidades do Brasil.
Quase 70% das lideranças concordam: políticas de diversidade e inclusão impulsionam a inovação e o desempenho das empresas de maneira significativa.
A má notícia: embora tantos reconheçam tais vantagens, e 81% das empresas tenham programas relacionados ao tema, apenas 19,8% afirmam que conseguem estabelecer metas objetivas de D&I.
É o que mostrou uma pesquisa elaborada pelo Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), que ouviu opiniões de 160 gestores e executivos.
Segundo o relatório, 52% dos entrevistados também acreditam que a pauta da justiça climática ganhará mais relevância nos próximos anos, porém 47% das empresas ainda não desenvolveram estratégias relacionadas ao assunto.
“O mundo corporativo está começando a entender que não existe sustentabilidade sem justiça social – e que não há justiça social sem diversidade”, afirma Elisângela Furtado, professora da FDC e um dos responsáveis pelo estudo.
Os especialistas argumentam que eventos climáticos extremos impactam principalmente populações vulneráveis e grupos historicamente marginalizados – daí a necessidade de incluir vozes diversas nos processos de tomada de decisão.
Este texto é parte da edição número 100 (outubro e novembro) da Você RH. Clique aqui para conferir outros conteúdos da revista impressa.
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