Quando o “sim” de uma mulher depende do nível de sua sobriedade ou da pressão de um chefe, não estamos diante de consentimento, mas de vulnerabilidade.
Muitos dos desvios de conduta que explodem ao longo do ano não surgem do nada – eles foram plantados logo no começo.
Como gestos aparentemente inofensivos podem ativar expectativas invisíveis, influenciar decisões e testar limites organizacionais.
Quando o desejo de reconhecimento se sobrepõe à integridade, esse pecado capital coloca em risco o ambiente e os resultados.
O romance que culminou com a queda do CEO da Nestlé merece reflexão: há riscos quando existe uma relação de poder entre as partes. Mas cada caso é um caso.
Para embarcar no hype da tecnologia, empresas e profissionais estão exagerando seus conhecimentos e suas necessidades de modo arriscado e irresponsável.
Desvios de conduta e fraudes não começam de forma escancarada. O segredo para evitá-los está em identificar padrões de comportamento suspeitos.
O novo modelo traz um desafio: não existe, pelo menos ainda, uma receita de bolo para definir o que seria o equilíbrio ideal nele